quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Última dúvida...

Olá Colegas e Isa...

Tentei utilizar o blog como recurso didático, porém não consegui adicionar os colaboradores como a Isa fez... Assim, eu fico sendo o único que posso postar informações. Os demais podem apenas comentar as postagens.

Alguém pode me ajudar? Tem como dar uma aula básica de como fazer isso?

Agradeço

Abs

Felicitações...

Olá Car@s Colegas...

Utilizando esse espaço para externar a minha admiração aos que persistiram em continuar com o curso até o final, auxiliando muito na minha prática tutorial com experiência extremamente enriquecedoras.

De modo especial, agradecer a Isa pela paciência dedicada e consciente dos problemas que enfrentamos durante toda essa caminhada.

E, por fim, desejar um Feliz Ano Novo, com muitas realizações, saúde, paz, amor e o reajuste/aumento da nossa bolsa (hehehe_) bem como, um Feliz Natal para todos. 



Ah... E bom fim do mundo... ehehehe...

Abs calorosos...

O pilares da Educação em Paulo Freire e  a Educação a distância
Paulo Freire foi um importante intelectual que desmistificou a alfabetização de adultos e acrescentou a afetividade como meio para conseguir uma educação de qualidade. Paulo Freire, intelectual “orgânico” assim como Gramsci o definiria, traduziu em palavras simples seu conhecimento, com edições populares de seus livros para que todos tivesse acesso ao conhecimento que ele criara. Neste sentido estabeleceu  cinco pilares para uma educação de qualidade.

AMOR: Sem esse sentimento não há trabalho nenhum feito de forma eficiente. O amor é que motiva,  que leva o profissional a agir humanamente, compreende sua atuação no mundo e a desempenha da melhor forma possível. Na ead não é diferente, compreende o contexto social dos alunos, desempenha suas tarefas com perseverança, estuda e pesquisa para sanar os problemas. O amor, acredito, deve ser o pilar de qualquer atividade humana.

HUMILDADE: Acredito que quando Freire colocou a humildade nesse rol, foi na perspectiva de aprender a aprender sempre e com os seus pares e alunos. Quando o profissional tem em mente as suas limitações e possibilidades o aprender se torna uma constante em sua vida. Aprender a aprender ajuda os nossos educandos perceberem com o conhecimento é continuo e como o professor está mais perto dele. Pois, ambos estão em um processo de aprendizagem. No ensino a distância isso é primordial para ter acesso aos alunos e para que eles vejam o professor além da tarefa de “repassar o conhecimento” o como o mediador da construção do conhecimento. Diante de tantas desventuras que vivemos diariamente na EAD, a humildade ajuda a entender o aluno e a flexibilizar o currículo para que este seja incluído.

FÉ NOS HOMENS: Acreditar sempre que tudo pode mudar e pode ser melhor do que já foi um dia. Acreditar nos homens como  projetores de um futuro melhor. Acreditar que todos podem aprender e superar seus limites. Quando acreditamos que todos os educandos são passíveis de aprender o foco na educação e na escola muda. Na ead é o desdobrar de oferecer uma atividade de qualidade para aqueles alunos que podem um dia mudar sua realidade.

ESPERANÇA: Mesmo nas piores experiências no ambiente profissional, ter esperança que tudo pode mudar com um trabalho duro. Compreender que nossas ações refletem diretamente na vida dos outros. Sendo assim trabalhar na esperança de mudanças prósperas e em nome dela lutar pelo os seus direitos. No caso da EAD que ainda não desenvolveu uma política de valorização dos seus profissionais, apenas a ESPERANÇA  em  dias melhores e que motiva esses profissionais a continuar na  profissão. Olhar o aluno como esperança entender, envolver ele em uma dinâmica acolhedora e participativa, deixando para trás os ambientes ditatoriais da educação que infelizmente persistem ainda hoje.

PENSAR CRÍTICO-  Esse é um dos pilares mais importante. Pois, ao pensar criticamente é que as pessoas podem ir de fato as mudanças sociais. Ao despertar o pensamento critico dos alunos estamos dando as ferramentas para a luta. O educando ao internalizar os aprendizados na sala de aula e transformar todos esses saberes em ações diárias de forma crítica é a responsabilidade social do professor. Quando esse faz isso imprime mudanças ideológicas na sociedade. A criticidade é a mola propulsora das mudanças sociais. Na EAD isso é imprescindível, dotar todos os educandos das ferramentas de mudança social, para que eles possam lutar pelos os seus direitos. Assim  as atividades ofertadas a esses alunos tem que superar o caráter da instrumentalização para a aprendizagem de fato na transformação dos conteúdos em saberes.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Nosso encontro

Uma recordação de um momento que para mim foi especial: conhecer uma parte da  turma 17!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

NATAL É...

Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações. É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui. Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia. O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração. Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade. Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz. Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes. Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último. Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante. Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo. Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos! 

FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS! 
(AUTOR DESCONHECIDO)


UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE ENSINAGEM


PORTFÓLIOS COMO INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINAGEM

Ao utilizar uma estratégia como a dos portfólios, o principal desafio é colocar o estudante como responsável por seu processo de aprendizagem, favorecendo ao professor a análise de singularidades e particularidades do desenvolvimento de cada um. Com esses pressupostos, entende-se que o portfólio pode ser um instrumento capaz de dar respostas a estas perspectivas: emancipação e ampliação da autonomia do estudante e diagnóstico para o professor.
Acredita-se na avaliação como:

 um processo abrangente da existência humana, que implica uma reflexão
 crítica sobre a prática, no sentido de possibilitar a tomada de decisão
 sobre o que fazer para superar os obstáculos
 (VASCONCELOS, 1994, p.43).

A avaliação escolar envolve necessariamente uma ação que promova a melhoria do processo, o que aponta para uma nova concepção de fazer ensino e apredizagem.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012



UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DEENSINAGEM

PORTFÓLIO 

A estratégia de portfólio possibilita o acompanhamento do conhecimento do docente e do discente durante o próprio processo, e não apenas ao final deste. Daí sua principal característica de validação. Ela exige do professor um alto grau de organização no sentido de verificar de forma imediata as dificuldades apresentadas pelo estudante e propor soluções para sua superação. Além do mais, é um processo individual que permite a cada um crescer de acordo com suas necessidades e condições. Quanto às dimensões da construção do conhecimento, essa estratégia requer um alto grau de envolvimento do professor e do estudante, por isso devem estar constantemente mobilizados para a construção do conhecimento e da realização de suas sínteses, como formas de registro. Esses registros vêm arraigados a elementos históricos de seus autores, retratam continuidade e rupturas pessoais, e por isso comportam elementos e significação e práxis.
Quanto à dinâmica, o portfólio pode evidenciar o registro do processo de construção de uma atividade, de um bloco de aulas, fase, módulo, unidade, projeto etc. A preparação deve ser feita pelo professor a partir da mobilização para a tarefa. Alguns passos podem ser seguidos: combinar as formas de registro, identificar o material, incluir orientações de trabalho científico, escrever apenas num dos lados da página, os relatos em si, os registros podem conter trabalho de pesquisa, incluir outras produções, anotar o sentimento de avanço, inserir avaliação, ao professor compete proceder às leituras, diálogo com o estudante em favor da aprendizagem. Enfim, a avaliação busca definir conjuntamente os critérios de avaliação do ensino e da aprendizagem, do desempenho do professor e do estudante, bem como clareza das idéias, objetividade, organização e cientificidade, construção e reconstrução da escrita  e envolvimento e compromisso com a aprendizagem.
 




NÃO SEI...

Cora Coralina


Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós.
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo: é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces.
 Recomeça.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Feedback é avaliar

Nosso ambiente está cada vez mais acalorado com as interações dos colegas e o feedback da tutora, coisa boa fazer parte dessas discussões. Acrescento que a Avaliação em qualquer modalidade gera profundas reflexões, diferentes visões, discussões, e amadurecimento a respeito do ato de avaliar. Essa discussão já leva anos e parece nunca chegar a um ponto final. Concordo, pois a sociedade atual é fruto de mudanças significativas e tem suas próprias necessidades de acordo com a época vigente. Pensemos: - na educação tradicional os instrumentos de avaliação mais usados eram “provas, questionários, argüições, etc...”, porque era propicio àquela época, não negando os valores do ensino aprendizagem, afinal muito de nós somos frutos da educação tradicional eficaz para a vivência da época. Hoje com os avanços das TICs, com a inserção das mídias na sala de aula, com a nova visão de educação transformadora, se fazem necessários ajustes, para acompanhar as mudanças, seja na área educacional, profissional, afetiva, econômico-social, é um conjunto de valores determinantes para agregar conhecimentos e a avaliação tomou a dimensão de observar o estudante em sua totalidade, perpassando por observações de aprendizagem e de competência de forma crítica e eficaz voltado o olhar para a busca de transformações qualitativas que só os processos de autoconhecimento podem gerar. Luckesi relata a avaliação como um “juízo de qualidade sobre dados relevantes para uma tomada de decisão”, o julgamento definitivo sobre algo é ferramenta do passado.
Abraços

sábado, 8 de dezembro de 2012

ATIVIDADES PARA REFLEXÃO

       Ele se inclinou bem para a frente fazendo uma reverência. (...)
       - Por que você está se inclinando desse jeito?(...)
       - Lá de onde eu venho, explicou ele, nós sempre fazemos uma reverência quando alguém faz uma pergunta fascinante. E quanto mais pofunda for a pergunta, mais profundamente a gente se inclina. Nesse ccaso, perguntei, o que vocês fazem quando querem se cumprimentar? - Temos que fazer uma pergunta inteligente. Essa resposta me impressionou tanto, que fiz uma profunda reverência, me inclinando ao máximo.
       - Por que você fez uma reverência? perguntou ele num tom quase ofendido.
       - Por que você me deu uma resposta superinteligente para minha pergunta, - respondi. Daí, numa voz bem alta e clara, ele me disse algo que eu haveria de me lembrar pelo resto da vida. - Uma resposta nunca merece uma reverência. Mesmo quando for inteligente e correta, nem assim você deve curvar para ela. Quando você se inclina, você dá passagem para uma resposta. (...) A resposta é sempre um trecho do caminho que está atras de você. "Só a pergunta pode apontar o caminho para a frente".
(GAARDER, Jostein. Ei! Tem alguém aí? São Paulo: Campanha das Letrinhas, 1997)

Formar-se para a mudança e a incerteza


O autor analisa a escola, a profissão docente inicial e permanente dos professores, de foma a questionar o conceito tradicional do prfessor acadêmico ou enciclopedista, bem como o de especialista-técnico, cuja função primordial é transmitir mecanicamente  o conhecimento de sua disciplina, construindo a ideia de um professor mais ativo na escola e na comunidade por meio de seu planejamento, desenvolvimento, avaliação e reformulação de estratégias e programas educacionais, para que a instituição educativa passe a educar na vida e  para a vida (IMBERNÓN, Francisco. Formar-se para a mudança e a incerteza. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006).

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Proposta: Reviravolta Educacional - Cidade Democrática

Proposta: Reviravolta Educacional - Cidade Democrática

Compartilhando experiências...

Olá, colegas virtuais!!!
 
Essa semana concluí uma disciplina de Estágio I no curso de Letras Inglês em dois polos de Caucaia.
Além de ter sido desafiante para mim (afinal, o que eu teria a ensinar para professores com mais anos de carreira que eu???), foi muito satisfatória, pois ví que fiz a diferença na vida acadêmica de todos eles. Mas sobretudo ví também como muitos alunos da UFC Virtual se sentem "abandonados" por alguns muitos professores/tutores, o que me entristece muito...
Pelo que ví em seus inúmeros desabafos, depoimentos, eu fui a única tutora que lhes deu atenção, feedback, credibilidade, cuidados... Já imaginou uma turma de 8º semestre me dizer uma coisa dessas??? Me senti de duas formas: ou eu sou louca, ou uma das poucas sã... Como uma turma de final de graduação compartilha esse tipo de desabafo comigo? Dois desses alunos me disseram no último dia, na apresentação de seus trabalhos de conclusão da disciplina, que não desistiram do curso nesse semestre, por minha causa. Por minha causa! Por que eu lhes dei feedbacks, comentei, chamei, perguntei, rí com eles, fui exigente quando necessário e colega quando possível, o que considerei até normal, afinal, não aseria isso ser "professor"? Acredito que aprendi mais com eles, que eles comigo...
Espero que deixar aqui esse "desabafo" não me traga desavenças, afinal, acredito que isso é muito sério quando falamos de profissionais que não fazem sua parte a contento. E isso também foi bastante discutino nesse nosso curso. É certo um aluno ter retorno de sua prova escrita só em uma disciplina, já no 8º semestre? Eu acredito que não... É certo abandonar uma turma sem qualquer explicação? Também não...
 
Queria a ajuda dos meus nobres colegas... Alguém já passou por isso? O que você pensam sobre esse assunto?
 
Segue a foto que fizemos no encerramento. Acredito que é visível a sensação de bem-estar deles...
 
Até mais!!!
 
 
PS.: Eu sou a loira da foto... rsrsrsrsrs...

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

  1. AS TRANSFORMAÇÕES NA EDUCAÇÃO Á DISTÂNCIA


As profundas transformações que vem ocorrendo em escala mundial, devido ao fenômeno da globalização e da aceleração tecnológica alteraram as concepções tradicionais relativa à educação em si, sendo considerada como educação permanente , oferecida qualquer que seja o grau de escolarização anterior , e tem como objetivo contínuo o desenvolvimento de capacidades e competências necessárias para enfrentar as transformações culturais, cientifícas e tecnológicas que repercutem inclusive no mercado de trabalho.

Essa tecnologia veio auxiliar neste desenvolvimento, principalmente em regiões que se sentem prejudicadas por não haverem faculdades ou cursos oferecidos tradicionalmente. A educação á distância precisa ser orientada, prioritariamente para o resgate da dívida social em matéria de educação, iluminando o debate sobre o papel do governo na democratização das oportunidades de escolarização da população jovem para a sua cidadania.

Assim as politícas  educacionais devem ser delineadas de modo a fortalecer esses orgãos, garantindo o funcionamento eficaz e o atendimento dessa população, promovendo também a inclusão econômica, politica, cultural e social como efetivação da justiça social.

Um ponto importante para obter esses objetivos, é a importância do tutor de educação á distância tem que ter a sensibilidade para trabalhar com a diversidade, estimulando, motivando e avaliando os progressos dos alunos dessa modalidade e ajudá-los a tomar consciência de como a aprendizagem se realiza. O saber desse tutor, que se expressa em linguagem tecnológica, é um prático cujo o saber é fundado ne reflexão antes, durante e depois da ação. Passa-se a entender o trabalho do professor "tutor" de um profissional responsável pela formação de cidadãos no contexto da modernidade


Silvana Moreira

Referência Bibliográfica;
FREITTER, Barbara , Escola , estado e sociedade: São paulo;fdart.1978

domingo, 18 de novembro de 2012

Uma ótima experiência como tutora...


Olá colegas, 

Compartilho com vocês uma experiência muito legal que tive nos últimos dias. Um aluno, que era meu orientando de tcc, me pediu algumas dicas para uma seleção de mestrado, publicação de artigos e pesquisas. Ontem recebi um e-mail dele me agradecendo pela orientação na monografia, pelas “puxadas de orelha” em relação a alguns pontos na monografia dele, por sugestões de pesquisas e leitura de artigos, enfim, pela orientação do TCC dele. Ele me agradeceu bastante porque fez uma prova de seleção para mestrado e conseguiu de forma bastante natural, escrever uma proposta de pesquisa e que a escrita dele fluiu muito bem. Ele conseguiu passar na prova e conseguiu elogios na proposta de pesquisa dele. Bem, me sinto muito lisonjeada e, claro, com sentimento de dever cumprido. Outros alunos me enviam e-mails falando sobre suas vidas, como estão e perguntando como estou. Percebo que além de orientar posso construir amizades como tutora.

Iniciei como tutora em 2011, como orientadora de TCC, o que não é nada fácil, pois os alunos estão na iminência de concluir o curso e desesperados por causa da monografia e ao mesmo tempo despreparados quanto à pesquisa científica. Sou tutora de Metodologia de Pesquisa, TCC e Seminários Temáticos, todos na área de Administração. Sou muito feliz com isso. Percebo que o meu trabalho é de grande valia para os alunos. Graças à Deus, até hoje, tive turmas maravilhosas que me faziam muito bem e me traziam poucos problemas.

Sentimentos na EaD...


O amor, a humildade, a fé nos homens, a esperança e o pensar crítico são elementos de suma importância não apenas em se tratando de EaD, mas em nossa caminhada como seres humanos. No âmbito da EaD posso identificar sim momentos em que percebi a emergência de cada um destes elementos.
O amor perpassa todo o trabalho do tutor e sim, o aluno, pois o amor àquilo que ele estuda tem que existir para que o mesmo alcance seus objetivos com êxito.
A humildade deve ser uma característica intrínseca aos envolvidos na EaD, tendo em vista que as discussões acontecem a todo momento e a humildade de saber que um comentário que contradiz o seu é interessante e pode ser levado em consideração. Um dia havia uma discussão interessante no fórum e um aluno disse algo que ia contra ao comentário de uma outra aluna. Então, com respeito e humildade ele confessou que o pensamento dela estava realmente mais avançado e ele até pediu umas dicas sobre o que ela falou. A discussão era sobre emergência do gerencialismo.
A fé nos homens e confiança sempre são elementos em que devemos acreditar e passar para os demais. A fé nas melhorias, a fé nas palavras, enfim devemos crer na contínua melhoria e aprendizagem.
A esperança está em toda a caminhada dos alunos no curso. O que costumo dizer para algumas pessoas que criticam os cursos EaD é que aquele aluno capaz de concluir um curso à distância tem muitos méritos, pois aprender a aprender, ter suas obrigações e gerenciar seu tempo, capacidade de aprender e expressão por meio de textos escritos no meio virtual, enfim, são muitos os fatores ligados a ótima capacidade que um aluno na modalidade à distância possui. E tudo isso tem sua origem na esperança de lutar para conquistar.
O pensar crítico é outro elemento que sempre está como plano de fundo na EaD. Contudo, o pensar crítico deve ser bem administrado pelo tutor, no caso de uma discussão em fórum. Já participei de um fórum no qual dois alunos foram grosseiros um com o outro por causa de opiniões contrárias. Tive que apaziguar a situação, mas foi bem complicado. Nós tutores devemos ter muito cuidado com as discussões que se desenvolvem nos fóruns.
Mas apesar da presença de todos estes elementos, o que realmente está em ênfase na EaD é o diálogo. O diálogo está por trás de tudo no ensino à distância e o tutor tem um papel importantíssimo neste contexto: gerenciador. Gerenciador no sentido de conseguir acompanhar, direcionar, apaziguar (quando necessário) e mediar as opiniões que são apresentadas no ambiente.

Sobre a dialogicidade e os cinco elementos


Caros colegas, boa noite!

Eu gostaria de falar sobre dialogicidade e os cinco elementos fundamentais para Paulo Freire. Para isso, gostaria de dividir com vocês uma situação bastante interessante que ocorreu ontem, em uma de minhas turmas, no encontro presencial.
Sou a tutora de uma turma de Pedagogia na disciplina de Educação Infantil. No primeiro encontro presencial, como sempre faço, eu apresentei a agenda do curso em detalhes, explicando cada uma das atividades e as formas de avaliação. Seguimos com a disciplina e não havia percebido que houve uma falha na comunicação muito grande em função de um diálogo pouco eficiente.
Em nosso encontro eu havia falado sobre a formação de grupos para a construção de um trabalho de portfólio e que esse grupo deveria ser o mesmo para o seminário da avaliação, que teria o tema deveria ser um dos tópicos de aula e que os grupos escolheriam. Por conta de uma falha na comunicação os grupos entenderam que o seminário seria com o mesmo tema do portfólio. E aí tivemos um impasse muito grande exatamente no dia do encontro.
Comecei a conversar com o grupo para saber qual foi o seu aprendizado na disciplina. Perguntei também qual seria o tema ideal para um seminário que pudesse ser preparado ainda naquela manhã. Após alguma conversa, o grupo escolheu trabalhar com a Resolução do CNE no. 05, de 2009, que fixa as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Cada grupo escolheu um dos incisos do Artigo 9º e prepararam o material em grupo, no turno da manhã. No turno da tarde cada equipe apresentou seu trabalho, e como o grupo é pequeno, foi possível um debate muito bom em todos os grupos.
Partimos de um problema e chegamos a solução através de um diálogo cercado de respeito e afeto de ambas as partes. Eu já trabalhei com essa turma em outra disciplina e o resultado foi muito bom, com um envolvimento de ambas as partes.
Partindo do que Paulo Freire diz sobre o diálogo, é possível perceber como algo que iniciou-se como um problema aparentemente sem solução, se transformou em uma tarde de intenso aprendizado. Para ele, em seu livro Educação como prática da liberdade, o diálogo nutre-se do amor, da humildade, da esperança, da fé e da confiança. Por isso o diálogo comunica. E quando os dois pólos do diálogo se ligam assim, com amor, com esperança, com fé um no outro, se fazem críticos na busca de algo. Instala-se, então, uma relação de simpatia entre ambos. Só aí há comunicação (FREIRE, 1996, p. 115). Além disso, ele diz que dialogoa é não invadir, mas empenhar-se na efetiva transformação da realidade. O nosso trabalho ontem só foi possível pois esses elementos estavam presentes. Em primeiro lugar, o amor que tenho pelo meu trabalho possibilitou que eu os ouvisse para tentar fazer o melhor possível. Para isso é preciso humildade para reconhecer falhas e compreender que há sempre novas formas de trabalhar para a educação. Eu conheço o grupo, sei que em sua maioria são alunos dedicados e esforçados, que mereciam uma possibilidade de diálogo efetivo, e esse diálogo foi crítico e construtivo, também fundamentais para a nossa conquista.
Peço licença a vocês para postar aqui as colocações dos alunos logo após o encontro. Retirei o nome dos alunos.
Conseguimos superar uma dificuldade com muito respeito e a certeza de que sempre podemos fazer mais e melhor!
Oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, queridos e maravilhosos colegas!!!
Parabenizo todos pelo desempenho obtido nas apresentações do seminário com a temática " Resolução n° 5; de Dezembro de 2009, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil que preconizam no Art. 9° As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências relacionados aos incisos I, III, V, IX, X, XI.
Particularmente foi bem melhor que a prova, pois cada um de nós expressou seu aprendizado de forma clara, objetiva e dinâmica. Valeu!!!
Oi, Isabel e colegas bom dia! 
Realmente colega através do trabalho que apresentamos sobre a resoluçãon° 5; enfatizando o Art. 9o as práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil, em fim um excelente trabalho, pois, mostramos o que aprendemos no decorrer desse semestre com essa importante disciplina.
Parabéns colegas!
Olá, xxxx!
Concordo com você realmente os trabalhos foram bons talvez se tivesse sido programado não teria dado o exito que deu. Não digo que sejamos testados sempre, mais de vez enqando é bom pra gente ter certeza que estamos mesmo pondo em pratica aquilo que recebemos nas formações. Acredito que valeu apena bem melhor do que uma prova que não prova nada. Ali cada um fez o que sabia e poderia ter sido melhor somos capazes, provamos que não somos incompetentes mesmo sem comunicação demos conta do recado.
Olá, pessoal!
Desculpem minha ausência, estava com algumas falhas técnicas.
Gente fiquei encantada que a proposta do Decreto N° 7.611, de 17 de novembro de 2011, Artigo 1°, que estabelece para o portador de necessidades especiais as seguintes diretrizes:
I - garantia de um sistema educacional inclusivo em todos os níveis, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades;
II - aprendizado ao longo de toda a vida;
III - não exclusão do sistema educacional geral sob alegação de deficiência;
IV - garantia de ensino fundamental gratuito e compulsório, asseguradas adaptações razoáveis de acordo com as necessidades individuais;
V - oferta de apoio necessário, no âmbito do sistema educacional geral, com vistas a facilitar sua efetiva educação;
VI - adoção de medidas de apoio individualizadas e efetivas, em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social, de acordo com a meta de inclusão plena;
VII - oferta de educação especial preferencialmente na rede regular de ensino; e
VIII - apoio técnico e financeiro pelo Poder Público às instituições privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial.
Se realmente tudo que foi posto aqui acontecer, nosso país estará de parabéns. Sabemos que educação inclusiva é uma coisa ainda nova e estamos nos adaptando com a idéia do aluno com necessidade especial frequentando os espaços da escola regular. Como é dito na aula os espaços estão sendo preparados, ainda não estamos prontos, mas nada impede de nos aprontarmos, cabe os donos do poder tirar a proposta do papel e executá-la com responsabilidade. Como realmente deve ser feito

Olá, xxxx!!!

Além desse Decreto, que  não se confirma em retrocesso à Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva do MEC brasileiro, destaque-se que a dimensão inclusiva da educação especial foi amplamente discutida durante a Conferência Nacional de Educação – CONAE/2010.

O Documento Final dessa Conferência deliberou que a educação especial tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas turmas comuns do ensino regular.

O mesmo documento orienta os sistemas de ensino para garantir o acesso ao ensino comum, a participação, a aprendizagem e a continuidade nos níveis mais elevados de ensino; a transversalidade da educação especial desde a educação infantil até a educação superior; a oferta do atendimento educacional especializado; a formação de professores para o atendimento educacional especializado e aos demais profissionais da educação, para a inclusão; a participação da família e da comunidade; a acessibilidade arquitetônica, nos transportes, nos mobiliários, nas comunicações e informações; e a articulação intersetorial na implementação das políticas públicas.

Após o Documento Final da Conferência Nacional de Educação foram realizadas muitas discussões em nível nacional. Agora, depois de aprovado em 17 de outubro desse anopelaComissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, a proposta do novo Plano Nacional de Educação 2011-2020 (veja que estamos em 2012), atrasadamente encontra-se em votação no Senado Federal.

Que com esse plano as nossas crianças sejam beneficiadas!

Inclusão: Um direito humano!!!


Sobre o fórum de Ações didáticas


Caros colegas, boa noite!
Gostaria de postar aqui minhas considerações sobre o fórum de Ações didáticas.
Para lembrar, o fórum tinha como tema a questão do aluno que faz frequentemente perguntas sobre o conteúdo ou procedimentos que poderiam ser vistos nos materiais do curso, que desconhece os conceitos básicos, não responde as questões centrais dos fóruns e perde o prazo dos trabalhos.
É preciso perceber que o aluno de Ead tem um perfil próprio mas que em última instância não pode ser muito diferente do aluno presencial.
Em minha experiência como tutora, eu posso imaginar duas situações fundamentais:
- A primeira é aquela em que o aluno está sobrecarregado com atividades demais, não lê o material com atenção e mesmo tendo lido, não quer retornar a ele quando precisa verificar o tema ou prazo de algum trabalho, e aguarda que o tutor avise sobre as datas e prazos para poder fazer o trabalho sem aprofundamento, só para cumprir o prazo. Ainda existe a possibilidade dele perder o prazo e pedir nova data para o tutor e ainda assim não entregar, pedindo um novo prazo. Existem coordenadores que pedem aos tutores que seja retirado um ponto por dia de atraso na entrega dos trabalhos para evitar essa situação, em algum grau isso pode ajudar mas pode também prejudicar o aluno que realmente precisou de uma data mais estendida e acaba perdendo pontos por isso.
- A segunda situação é daquele aluno que resolveu fazer um curso de Ead acreditando que esse seria mais “tranquilo” em relação ao presencial, e quando se depara com a cobrança na disciplina, se perde. Na minha experiência (e eu posso estar bem enganada) a maioria desses alunos teve uma formação inadequada e tem mais dificuldades de aprendizagem, além de alguns realmente não demonstrarem interesse real em uma formação de qualidade, querendo apenas o “diploma”.
Em ambos os casos o tutor tem um papel fundamental para a mudança desses paradigmas. Em primeiro lugar, ele deve fazer com que o aluno perceba que o mundo atual exige profissionais realmente qualificados, com competências e habilidades para lidar com situações novas e conseguir contribuir com o crescimento geral das empresas, e não apenas técnicos com um diploma na mão. É preciso que o aluno compreenda que precisa mais do que de um pedaço de papel que diga o que ele realmente sabe, mas que esse saber seja aplicado nas necessidades do mercado. Pode parecer um discurso mecanicista, mas é uma realidade da qual não se pode fugir.
Em uma instância mais profunda, eu penso que uma pessoa que adquire um diploma sem ter realmente aprendido o necessário para se tornar um profissional criativo e crítico, acabaria por se sentir inferiorizado em uma situação de trabalho em que dele fossem cobrados os conhecimentos que este deveria ter adquirido.
Um outro ponto importante a destacar é que esses alunos estão ocupando vagas públicas que poderiam ser ocupadas por quem realmente valoriza o seu curso.
Além de tentar esclarecer o aluno sobre esses pontos, é importante acompanhar de perto sua produção, estimulando a participação com qualidade, a entrega dos trabalhos nos prazos e instigando novas reflexões. Sempre é possível ajudar o aluno a mudar sua postura diante do curso, apoiando-o mas sem ser permissivo, cobrando sem ser intransigente.

sábado, 17 de novembro de 2012




Breves palavras sobre a dialogicidade em EAD
Apesar de não ser fâ de Paulo Freire, reconheço que suas ideias, a exemplo da importancia da noção de dialogicidade em todo e qualquer processo de ensino-aprendicizagem como condição sine qua non. E a questão da dialogicidade na EaD é importantíssima, pois quebra o paradigma de que Amor, Humildade, Fé, Esperança e Pensar Critico só são possíveis no trabalho face-a-face.
Se nos é possível tais elementos no processo presencial, não poderia ser diferente no processo à distância, pois tais elementos são próprios do ser humano. E, no trabalho à distancia quem faz são pessoas. O que nos cabe perguntar é como esses elementos podem ser identificados nesse tipo de trabalho. E o texto sobre a dialogicidade de Paulo Freire vem pontuar condições identificadoras de tais elementos. Conforme transcrito abaixo, do texto de Priscila Barros David, José Aires de Castro Filho:
Afetividade (amor1): a mensagem contém elementos lingüísticos e/ou paralingüísticos (expressões não-lingüísticas que traduzem os sentimentos dos interlocutores. Ex.: emoticons) que representam um discurso baseado no respeito mútuo entre os interlocutores.
· Simetria discursiva (humildade): a mensagem reflete uma igualdade de papéis entre os participantes (alunos e tutor), ou seja, o discurso não possui conotação de superioridade ou de inferioridade.
· Valorização da autonomia (fé nos homens): as mensagens do tutor representam um incentivo à livre expressão dos alunos, estimulando suas contribuições com o ato educativo, propondo questões desafiadoras, solicitando explicações etc.
· Exercício da autonomia (esperança): a mensagem do aluno revela o interesse pelo aprofundamento dos conhecimentos, contendo elementos que atestam a sua postura proativa na busca de subsídios para enriquecer o debate.
· Reflexividade crítica (pensar crítico): o interlocutor demonstra fazer uma reflexão quanto ao seu próprio processo de aprendizagem e/ou sobre as produções dos demais participantes. A mensagem possui elementos argumentativos, contra argumentativos, questões, e a inclusão de elementos novos no debate.Essa questão e o texto da dialogicidade estão sendo de muita importância para quebrar certos paradigmas. 

Favianni da Silva
Sobre silêncio Virtual


    Olá caríssimo (as), a pedidos de alguns colegas de curso, creio que dentre as questões do “excesso de participação” e a “ausêncial do aluno” no AVA, quero trazer algumas reflezões a respeito dos desafios encontrados por nós turores, em particular, o “silêncio” do (a) aluno (as) nas diferentes atividades propostas. A atitude adotada pelo professor tem que ser a de motivador e incentivador à participação de todos, com a receptividade às expressões de diferentes opiniões, contudo, também a postura sábia de perceber o silêncio que poderá antecipar a intervenção de alguns, que podem achar necessário uma reflexão mais aprofundada sobre o assunto. Como nas salas de aula presenciais as turmas serão formadas por grupos heterogêneos, com alunos que apresentarão características pessoas singulares, com personalidades que deverão ser consideradas no desenvolvimento das atividades. A corrente teórica de aprendizagem sócio-construtivista propõe o trabalho docente exatamente a partir e considerando essas diferenças. Assim sendo, poderemos encontrar também no círculo das atividades virtuais alunos que sejam tímidos. Essa característica da personalidade do aluno poderá fazer com que ele tenha mais dificuldade em expressar as suas idéias em um fórum de discussão. obre as diferentes causas do silêncio virtual agrego ainda a contribuição de Mourão: “Alunos extremamente calados podem estar buscando agredir o professor com seu silêncio. Ou apenas se preservarem de uma relação interpessoal conflituosa. Calado, evito aborrecimentos, pode pensar o aprendiz.” E ainda: “Se no mundo presencial há pessoas que não são muito mesmo de falar, porque no campo virtual elas são obrigadas a engolir as pílulas que a boneca Emília engoliu e tornarem-se uma “torneirinha de asneiras”, como descreveu Monteiro Lobato? ”... “há seres mais ouvintes do que falantes. Há, inclusive, profissionais pagos para apenas ouvirem.” Ainda navegando nos mares na pesquisa sobre o tema, encontrei no site da UFPB Virtual (instituição pela qual fui tutor a distancia), uma informação nova a ser agregada ao nosso conhecimento: “Na literatura inglesa, é caracterizado como "lurker" o sujeito que esta ausente da discussão em ambientes colaborativos online, mas pode estar interagindo “silenciosamente” apenas com o material do curso e leitura de mensagens.” Para encerrar, trago à contribuição de Gonçalves, a partir da seguinte citação: “o tema do silêncio, uma vez que, no processo da fala e da escuta, a disciplina do silêncio é importante na comunicação dialógica. Saber ouvir e acolher o outro constitui aspecto muito difícil e implica sabedoria. Sei que Há muito ainda a pesquisar quanto ao silêncio, cujos estudos e reflexões, certamente, poderão enriquecer a comunicação pedagógica educativa no ciberespaço.”


Favianni da Silva