Olá, pessoal maravilhoso!!!
Bem, falar de Paulo Freire não muito fácil, afinal, não li ainda nenhum escritor tão humilde e perseverante com a sociedade brasileira e a educação. Além disso, não tenho uma caminhada longa na pedagogia quanto nossas outras colegas aqui nesse curso...
Paulo Freire nos mostra que faz-se necessário preparar-se para atuação na educação, pois é assim que me sinto ao ler algum livro ou artido dele. Preciso me preparar porque, segundo Paulo, há elementos essenciais para constituir um diálogo no processo educacional. Elementos que concordo serem válidos e realmente essenciais para uma boa relação de comunicação, de ensino-aprendizagem.
Esses elementos: amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico, são na verdade uma forma de se pré-dispor a ouvir. Com esses elementos, o diálogo fui e produz frutos realmente bons para nós, pessoas que esperam o bem da sociedade.
Trazendo para EaD, percebo nossa relação tutor-aluno necessitando desses elementos em todos os momentos do processo de ensino, principalmente. Aqui, segundo Paulo, podemos ter amor, fé, humildade e esperança se sermos alheios, sem necessariamente sermos acríticos ou "bonzinhos", afinal, ele também fala no "pensar crítico" e isso é demasiado importante.
Trabalhar com formação de pessoas é exatamente isso: fé nos homens, humildade, esperança e amor. Não há receitas. Há grades curriculares, há ementas, há datas, prazos, certo, errado, mas não há a receita para SER. Cada um faz a sua participação ao vivo, sem ensaios, sabemos apenas por onde devemos percorrer, mas somos nós individualmente, que fazemos todo o caminho, e é aqui onde volto a falar da preparação: preparar-se para trilhar esse caminho dispostos a acolher o outro com hunildade, fé, amor e esperança, não deixando de lado nosso pensar crítico (da academia, por exemplo) para fazer nossas avaliações e percepções.
Ufa! Espero não ter ido muito longe!
Até mais, pessoal!