quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Primeiras experiências como tutora...


Olá colegas,


   Minha experiência como tutora iniciou-se em 2011.1 com orientação de TCC. É um momento sempre complicado para os alunos de graduação, tanto presencial quanto semipresencial. A disciplina é totalmente à distância sendo à critério do orientador e orientando marcar uma ou mais reuniões presenciais. As discussões nos fóruns dessa disciplina eram mais particulares, tendo em vista que limitavam-se a dúvidas e discussões de alguns elementos dos trabalhos dos alunos. No entanto, aprendi bastante, tanto em orientar quanto em ser tutora, pois tivemos, meus orientandos e eu, que buscar sempre manter uma relação de “proximidade virtual” já que a insegurança e tensão por dependerem muito do TCC para se formarem era muito grande.
   Em 2011.2 e 2012.1 tive oportunidade de estar em disciplinas de Metodologia de Pesquisa e Seminário Temático III e foi ótimo, pois minha primeira experiência como tutora tinha sido em uma disciplina diferenciada, por se tratar de orientação de monografia. Ao passar por esta “nova” experiência eu pude perceber a importância do tutor em instigar discussões, buscar dos alunos o seu melhor em relação ao tema que se debate no fórum, exigir dos alunos e passar para eles uma postura de forma de trabalho apresentado no portfólio, além de ter a oportunidade de compilar as aulas da disciplina nas aulas presenciais e conhecer os polos.
   Quanto mais eu conheço a EaD mais eu me gosto e percebo que é uma modalidade que, apesar de alguns preconceitos, tem tudo para se desenvolver cada vez mais. Quanto aos polos que presenciei percebo que tem sim o que melhorar, mas particularmente os que eu tive oportunidade de conhecer estavam bons e bem preparados para receber os cursos, tendo em vista outros que colegas tutores já foram e havia uma precariedade grande. Porém, acredito que os problemas serão sanados aos poucos e que o objetivo maior da EaD será alcançado cada vez mais com êxito e nós, tutores, somos peça chave para esse desenvolvimento, por isso devemos estar buscando cada vez mais a melhoria contínua.

Vanessa Ingrid da C. Cardoso

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