Abrindo Caminhos
"Acredito que ninguém será o@
mesmo@ ao terminar ess@ caminhad@"
Primeiramente, ao relatar as minhas experiências em EAD, gostaria de abordar o assunto a partir de duas realidades: como aluna e como professora/tutora de educação à distância.
A realidade atual indica a necessidade de que os profissionais em educação possuam, além de sua formação em nível superior, uma familiarização contínua com as tecnologias de informação e comunicação, para que seja possível selecionar e garantir a utilização das tecnologias para a sustentação de suas práticas educacionais. Desta forma, o meu interesse pela EAD vem com a possibiidade que essa modalidade educativa alternativa oferece para a democratização do saber. Uma modalidade de se fazer educação, de se democratizar o conhecimento. Portanto, uma alternativa pedagógica que se coloca hoje ao educador que tem uma prática fundamentada em uma racionalidade ética na direção da democracia da educação.
Minha primeira experiência veio em 2002 com o Curso de Capacitação de Tutores na Modalidade de Educação a Distância, promovido pela Universidade Federal do Paraná, num trabalho cooperativo e fortalecido numa parceria entre a Universidade Estadual de Santa Catarina e da Universidade Estadual do Ceará. É importante destacar que antes do estudo dos módulos do curso, alguns cuidados eram tomados para atingir o domínio pleno dos conteúdos abordados. Esse domínio exigia dos alunos a compreensão e o entendimento de como o curso foi construído, os significados, os princípios propostos aos estudantes de EAD, os objetivos do curso, a concepção pedagógica, a metodologia, as características e estrutura do curso, a fim de que o projeto de ensino se transforme em projeto de apendizagem.
No ano seguinte participei do Curso de Especialização em Tecnologia da Educação, promovida pela PUC-RJ em parceria com a SEDUC, momento em que tive a oportunidade de ampliar de forma significativa a minha formação continuada, permitindo perspectivas de qualificação profissional e a possibilidade de novas descobertas. Em seguida, participei como tutora do Curso de Gestão Escolar no pólo de Sobral com todos os diretores das escolas públicas dos municípios sob jurisdição da CREDE. É importante evidenciar partindo da reflexão de PRETI (1996) que "(...) uma opção às exigências sociais e pedagógicas, contando com o apoio dos avanços das novas tecnologias da informação e da comunicação".
Continuo o relato das minhas experiências em EAD, em outro momento. "O caminho percorrido é semelhante ao trabalho de um lavrador, que abre
caminho entre espinhos para fazer a sua vereda". Exige persistência mas
a satisfação de concluir o caminho e deixá-lo aberto para o amanhã e
para os próximos caminhantes, é gratificante. Obrigada!
Abraços,
ao iniciar
o relato das minhas experiências com EaD, gostaria de dividir
o assunto em duas partes. Minha experiência como aluna em EaD
e minha experiência como professora em EaD.
Meu interesse por EaD
vem de uma quase fascinação pelo conhecimento e pela possibilidade
de ampliação de horizontes que ele trás. Já
fui aluna de cursos a distância de outras modalidades de EaD que
não a mediada por computadores. Na década de 70 fiz diversos
cursos (geralmente ligados a arte e artesanato) por correspondência
e mesmo os mini-cursos publicados em revistas, a meu ver, podem ser
chamados de EaD.
ao iniciar
o relato das minhas experiências com EaD, gostaria de dividir
o assunto em duas partes. Minha experiência como aluna em EaD
e minha experiência como professora em EaD.
Meu interesse por EaD
vem de uma quase fascinação pelo conhecimento e pela possibilidade
de ampliação de horizontes que ele trás. Já
fui aluna de cursos a distância de outras modalidades de EaD que
não a mediada por computadores. Na década de 70 fiz diversos
cursos (geralmente ligados a arte e artesanato) por correspondência
e mesmo os mini-cursos publicados em revistas, a meu ver, podem ser
chamados de EaD.
ao iniciar
o relato das minhas experiências com EaD, gostaria de dividir
o assunto em duas partes. Minha experiência como aluna em EaD
e minha experiência como professora em EaD.
Meu interesse por EaD
vem de uma quase fascinação pelo conhecimento e pela possibilidade
de ampliação de horizontes que ele trás. Já
fui aluna de cursos a distância de outras modalidades de EaD que
não a mediada por computadores. Na década de 70 fiz diversos
cursos (geralmente ligados a arte e artesanato) por correspondência
e mesmo os mini-cursos publicados em revistas, a meu ver, podem ser
chamados de EaD.
Já estou na EaD desde 2009, ingressei como aluna da pós sem nenhuma formação especifica, ingressei e só depois consegui fazer o curso. Com minha vivência... Analiso um ponto que acredito ser importante: o encontro presencial. Como na maioria iniciamos as disciplinas virtualmente, sinto que o contato fica um tanto quanto frio e que depois que nos encontramos as mensagens ganham cores, um tom de afetividade, de conhecimento e aproximação. Sinto que sem esse tipo de encontro "fica faltando um pedaço".
ResponderExcluirSabe o diagnostico que tanto falamos que é necessário para o andamento de nossas atividades didáticas, então talves seja este pedaço que falte e por isso o encontro presencial seja mais que importante. =-D